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Mil dias para a Copa

19/09/2011 - 12:52:33




Um Estilo De Vida .

18/03/2011 - 16:17:11




Ajuda de Deus !

12/05/2010 - 10:04:49








OS ADVENTISTAS E A POLÍTICA

10/03/2010 - 19:15:18


Reunião DFdigital Samambaia,

20/10/2009 - 12:30:05


Dia das Crianças

20/10/2009 - 12:18:35


Dia das Crianças

20/10/2009 - 12:10:52

INTEGRA DA LEI DAS CICLOVIAS



            LEI Nº 4.397, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 (Autoria do Projeto: Deputado Roney Nemer) Dispõe sobre a criação do Sistema Cicloviário no âmbito do Distrito Federal e dá outras providências. O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º Fica criado o Sistema Cicloviário do Distrito Federal, como incentivo ao uso de bicicletas para o transporte no Distrito Federal, contribuindo para o desenvolvimento da mobilidade sustentável. Parágrafo único. O transporte por bicicletas deve ser incentivado em áreas apropriadas e abordado como modo de transporte para as atividades do cotidiano, devendo ser considerado modal efetivo na mobilidade da população. Art. 2º O Sistema Cicloviário do Distrito Federal será formado por: I – rede viária para o transporte por bicicletas, formada por ciclovias, ciclofaixas, faixas compartilhadas e rotas operacionais de ciclismo; II – locais específicos para estacionamento: bicicletários e paraciclos. Art. 3º O Sistema Cicloviário do Distrito Federal deverá: I – articular o transporte por bicicleta com o Plano Diretor de Transporte urbano, viabilizando os deslocamentos com segurança, eficiência e conforto para o ciclista; II – implementar infraestrutura para o trânsito de bicicletas e introduzir critérios de planejamento para implantação de ciclovias ou ciclofaixas nos trechos de rodovias em zonas urbanizadas, nas vias públicas, nos terrenos marginais às linhas férreas, nas margens de cursos d’água, nos parques e em outros espaços naturais; III – implantar trajetos cicloviários onde os desejos de viagem sejam expressivos para a demanda a que se comprometem atender; IV – agregar aos terminais de transporte coletivo urbano infraestrutura apropriada para a guarda de bicicletas; V – permitir acesso e transporte, em vagão especial, no Metrô e VLT – Veículo Leve sobre Trilhos de ciclistas com suas bicicletas; VI – promover atividades educativas visando à formação de comportamento seguro e responsável no uso da bicicleta e, sobretudo, no uso do espaço compartilhado; VII – promover o lazer ciclístico e a conscientização ecológica. Art. 4º Caberá ao Governo do Distrito Federal, por meio dos órgãos competentes, consolidar o programa de implantação do Sistema Cicloviário do Distrito Federal, considerando as propostas contidas no Planos Diretores e de Desenvolvimento Setorial. Art. 5º A ciclovia será constituída de pista própria para a circulação de bicicletas, separada fisicamente do tráfego geral, e atenderá ao seguinte: I – ser totalmente segregada da pista de rolamento do tráfego geral, calçada, acostamento, ilha ou canteiro central; II – poderá ser implantada nas laterais da faixa de domínio das vias públicas, no canteiro central, em terrenos marginais às linhas férreas, nas margens de cursos d’água, nos parques e em outros locais de interesse; III – ter traçado e dimensões adequados para a segurança do tráfego de bicicletas e possuirá sinalização de trânsito específica, em interseções com circulação de veículos e pedestres. Art. 6º A ciclofaixa consistirá numa faixa exclusiva destinada à circulação de bicicletas, delimitada por sinalização específica, em interseções com circulação de veículos e pedestres, utilizando parte da pista ou da calçada. Parágrafo único. A ciclofaixa poderá ser adotada quando não houver disponibilidade de espaço físico ou de recursos financeiros para a construção de uma ciclovia, desde que as condições físico-operacionais do tráfego motorizado sejam compatíveis com a circulação de bicicletas. Art. 7º A faixa compartilhada poderá utilizar parte da via pública, desde que devidamente sinalizada, permitindo a circulação compartilhada de bicicletas com o trânsito de veículos motorizados ou pedestres, conforme previsto no Código de Trânsito Brasileiro. § 1º A faixa compartilhada deverá ser utilizada somente em casos especiais, para dar continuidade ao sistema cicloviário ou em parques, quando não for possível a construção de ciclovia ou ciclofaixa. § 2º A faixa compartilhada poderá ser instalada na calçada, desde que autorizada e devidamente sinalizada pelo órgão executivo de trânsito, nos casos em que não comprometer a mobilidade segura e confortável do pedestre. Art. 8º Os terminais e estações de transferência do Sistema de Transporte coletivo, Metrô e VLT – Veículo Leve sobre Trilhos; os edifícios públicos, as indústrias, as escolas, os centros de compras, os condomínios, os parques e outros locais de grande afluxo de pessoas deverão possuir locais para estacionamento de bicicletas, bicicletários e paraciclos como parte da infra-estrutura de apoio a esse modal de transporte. § 1º O bicicletário é o local destinado para estacionamento de longa duração de bicicletas e poderá ser público ou privado. § 2º O paraciclo é o local destinado ao estacionamento de bicicletas de curta e média duração em espaço público, equipado com dispositivos para sua instalação. Art. 9º A elaboração de projetos de construção de praças e parques, incluindo os parques lineares, com área superior a 4.000m2 (quatro mil metros quadrados), deve contemplar o tratamento cicloviário nos acessos e no entorno próximo, assim como paraciclos no seu interior. Art. 10. O Governo do Distrito Federal deverá viabilizar a implantação de locais reservados para bicicletários, em um raio de 100 (cem) metros dos terminais e estações de ônibus, Metrô e VLT – Veículo Leve sobre Trilhos e corredores de transporte coletivo, dando prioridade às estações localizadas nos cruzamentos com vias estruturais. Parágrafo único. A segurança do ciclista e do pedestre é condicionante na escolha do local e mesmo para a implantação de bicicletários. Art. 11. As novas vias públicas, incluindo pontes, viadutos e túneis, devem prever espaços destinados ao acesso e circulação de bicicletas, em conformidade com os estudos de viabilidade. Art. 12. O Executivo poderá implantar ou incentivar a implantação de ciclovias ou ciclofaixas nos terrenos marginais às linhas férreas, Metrô e VLT em trechos urbanos, de interesse turístico, nos acessos às zonas industriais, comerciais e institucionais, quando houver demanda existente e viabilidade técnica. Parágrafo único. Os projetos dos parques lineares previstos nos Planos Diretores e nos Planos de Desenvolvimento setoriais deverão contemplar ciclovias internas e, quando possível, de acesso aos parques, em conformidade com estudos de viabilidade aprovados. Art. 13. A implantação e operação dos bicicletários, em imóveis públicos ou privados, deverão ter controle de acesso, a ser aprovado pelo órgão executivo de trânsito. Art. 14. Nas ciclovias, ciclofaixas e locais de trânsito compartilhado, poderão ser permitidos, de acordo com regulamentação pelo órgão executivo de trânsito, além da circulação de bicicletas: I – circulação de veículos em atendimento a situações de emergência, conforme previsto no Código de Trânsito Brasileiro e respeitando-se a segurança dos usuários do sistema cicloviário; II – utilização de patins, patinetes e skates nas pistas onde sua presença não seja expressamente proibida; III – circulação de bicicletas, patinetes ou similares elétricos, desde que desempenhem velocidades compatíveis com a segurança do ciclista ou do pedestre onde exista trânsito partilhado. Art. 15. O Governo do Distrito Federal deve manter ações educativas permanentes com o objetivo de promover padrões de comportamento seguros e responsáveis dos ciclistas, assim como deverá promover campanhas educativas, tendo como público-alvo os pedestres e os condutores de veículos, motorizados ou não, visando divulgar o uso adequado de espaços compartilhados. Art. 16. Os eventos ciclísticos, utilizando via pública, somente podem ser realizados em rotas, dias e horários autorizados pelo órgão executivo de trânsito, a partir de solicitação expressa formulada pelos organizadores do evento. Art. 17. As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão por conta de dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário. Art. 18. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 19. Revogam-se as disposições em contrário. Brasília, 27 de agosto de 2009 121º da República e 50º de Brasília JOSÉ ROBERTO ARRUDA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial do Distrito Federal, de 31/8/2009.


03/11/2011 - 10:44:51 - Luiz Claúdio Campos

Mil dias para a Copa



            O presidente da Novacap, Juvenal Batista Amaral, participou ao lado do governador, Agnelo Queiroz, do encontro com os grafiteiros que estão ilustrando os tapumes que cercam o canteiro de obras do Estádio Nacional de Brasília (ENB). O evento marcou o início da contagem regressiva para o início da Copa do Mundo de Futebol e Brasília quer fazer bonito para ganhar a disputa para sediar a abertura da competição. Em seu discurso, o governador reafirmou que Brasília está no páreo e para isso não vai medir esforços. Esclareceu ainda que o valor de R$ 1,5 milhão, que está sendo aplicado nas obras necessárias para receber os jogos, não é considerado gasto. "Esse valor não está sendo gasto, como vocês jornalistas afirmam; trata-se de investimento na nossa cidade, que vai incrementar todos os setores da economia com a Copa do Mundo. eu estou confiante de ue ganharemos a disputa para ser a sede da abertura dos jogos", afirmou o governador.


19/09/2011 - 12:52:33 - Luiz Claúdio Campos

Instalação de Lixão gera polêmica em Samambaia



            Mesmo em pleno recesso parlamentar, e por iniciativa do deputado Rôney Nemer (PMDB), a Câmara Legislativa realizará audiência pública para discutir a implantação de um lixão em Samambaia. A medida foi tomada após manifestações contrárias de líderes comunitários, organizações não governamentais e moradores. A audiência, a ser realizada nesta segunda-feira (03.07), às 09 horas, no Centro de Ensino Fundamental 427, em Samambaia, pretende colocar frente a frente governo e moradores para que a comunidade possa se posicionar em relação à implantação do aterro sanitário. O presidente da Comissão de Meio Ambiente da CLDF e autor da proposta que gerou o debate, o deputado Rôney Nemer lembra que os técnicos de todos os órgãos ligados a implantação do aterro foram convidados a prestar os esclarecimentos necessários à população. “Queremos que a comunidade tenha oportunidade de se posicionar”, afirmou o deputado. O aterro, planejado para ocupar uma área ao lado da expansão da cidade, vem gerando descontentamento pela proximidade com as residências e possíveis malefícios trazidos pelo acúmulo de lixo. “Ninguém quer um lixão próximo de sua casa. Como ficarão as nossas crianças?” questionou Maria Coelho, moradora de Samambaia há vinte anos.


07/07/2011 - 17:41:08 - Luiz Claúdio Campos

Um Estilo De Vida .



            A vida nas mãos de Deus Durante anos e anos o livro dos Salmos tem enriquecido a vida espiritual do povo de Deus. A razão disso está no fato de nos identificarmos com as lutas e as vitórias dos salmistas. Muitas das experiências dos salmistas são, de certa forma, as nossas experiências também. Porém, o que mais tem fascinado os crentes através dos tempos é a vida espiritual de comunhão com Deus que os salmistas levavam. Um bom exemplo dessa espiritualidade é a oração de Davi no Salmo 31, em especial a primeira parte do verso 15 que diz: "Nas tuas mãos estão os meus dias". Permita-me compartilhar com você esta preciosidade dos Salmos. Num mundo em que as pessoas estão cada vez mais interessadas em si mesmas, auto-confiantes, porém (paradoxalmente) confusas e inseguras acerca do dia de amanhã, em que circunstância poderíamos nos aproximar de Deus e dizer-Lhe com a mesma convicção de Davi, "Nas tuas mãos estão os meus dias"? Consideremos três aspectos. 1) Em primeiro lugar, podemos dizer "nas tuas mãos estão os meus dias" quando dependemos inteiramente de Deus. Somente alguém que se entrega totalmente aos cuidados de Deus é capaz de declarar ao Senhor: "Nas tuas mãos estão os meus dias". Somente quem vive em função do próprio Deus pode dizer e cantar: De ti, Senhor, careço! Do teu amparo, sempre! Oh, dá-me tua bênção! Aspiro a ti. (Dependência - NC 120) luiz claudio


18/03/2011 - 16:17:11 - Luiz Claúdio Campos

Deputado Rôney Nemer Declara de utilidade pública a Instituição Adventista Central



            . Lei 3.867/2006 - Declara de utilidade pública a Instituição Adventista Central Brasileira de Educação e Assistência Social.


17/03/2011 - 18:12:31 - Luiz Claúdio Campos

Ajuda de Deus !



            Inspirado por se encontrar em uma ordem religiosa, ligada ao Instituto Adventista de Educação e Assistência Social (Adra), o estudioso em Teologia, Saulo Duarte, lembrou que “Deus sempre nos coloca próximo às pessoas que necessitam de ajuda." Segundo o pastor Éder Fernandes Leal, diretor do Adra, sua igreja atua há 20 anos em Samambaia, tendo por norte a reorientação filosófica e o preparo profissional das pessoas. “Mantemos diversos cursos aqui e em outros centros de qualificação”, contou, acrescentando que “sempre procuramos parceiros sérios para nos ajudar nesta empreitada. Por isso, aceitamos, de pronto, a proposta da Secretaria para instalar uma unidade do DF Digital entre nós.”


12/05/2010 - 10:04:49 - Luiz Claúdio Campos

Centro Adventista de Desenvolvimento Comunitário Samambaia.



            O DF Digital continua se expandindo. Ao inaugurar mais uma unidade, fruto do convênio entre a Secretaria de Ciência e Tecnologia e o Ministério das Comunicações, o Secretário Saulo Duarte pôs em funcionamento o sexto pólo de Samambaia, desta feita, no Centro Adventista de Desenvolvimento Comunitário (Cadec). A unidade, aliás, já conta com 180 alunos matriculados e, segundo sua diretora, Grettel Perez, tem “uma lista de espera enorme.”


12/05/2010 - 09:17:01 - Luiz Claúdio Campos

Pastores Adventistas recebem homenagem da Câmara Municipal de Campinas



            Campinas, SP… [ASN] A reunião solene para a entrega do Título de Cidadão Campineiro ao pastor Luís Gonçalves e da Medalha Arautos da Paz aos pastores Oliveiros Ferreira, Antonio Braga e Hélio Coutinho, será realizada no Plenário José Maria Matosinho, em Campinas, SP, às 20h, no próximo dia 8 de maio. O projeto de Lei aprovado foi proposto pelo Presidente da Câmara Municipal de Campinas, Aurélio Cláudio, e aprovado em abril. A honraria é concedida aos pastores como forma de gratidão pelos relevantes serviços prestados à cidade. Entre as ações lideradas por estes pastores, as atividades do “Futuro com Esperança” realizadas em julho de 2009, foram destacadas. No mês de aniversário da Metrópole, a Igreja Adventista entregou quatro presentes às famílias campineiras, entre eles, 250 mil exemplares do livro Sinais de Esperança, distribuídos gratuitamente, de casa em casa, em Campinas; uma campanha de doação de sangue e de arrecadação de agasalhos; e o Festival de Esperança, uma semana de louvor e mensagens cristãs. O projeto, sob a liderança de Oliveiros Ferreira, pastor-presidente da Igreja Adventista na região central de São Paulo, com sede em Campinas (Apac – Associação Paulista Central), teve também a participação do evangelista internacional Luís Gonçalves, que apresentou as mensagens espirituais da última semana do evento. O coral Canto Livre do Unasp (Centro Universitário Adventista de São Paulo) campus Hortolândia foi convidado para apresentar-se durante reunião solene deste sábado. [Equipe ASN – Apac]


07/05/2010 - 11:55:18 - Luiz Claúdio Campos

Pequenos Grupos são destaque em concílio com liderança do Centro-Oeste



            Liderança da Igreja Adventista no Planalto Central participa do V Concílio Integrado da União Centro-Oeste Brasileira (UCoB), instituição que orienta a Igreja nesta região. O evento ocorreu nos dias 20 a 22 de abril, no Instituto Adventista Brasil Central (IABC), na cidade de Abadiânia, Goiás. O concílio discutiu a agenda de atividades a serem realizadas no ano de 2010, entre outros temas. Na abertura do evento o pastor geral da Igreja Adventista na América do Sul, Erton Köhler, destacou a importância da antecedência com a qual se realizou o concílio. “Esta é a primeira União a se reunir para planejar o ano de 2010, e essa antecipação é uma vantagem que vai contornar possíveis imprevistos”, disse. Ele ainda apresentou uma mensagem que enfocou as peculiaridades da identidade adventista, apontando a coerência que se apresenta num conteúdo continuado na sequência de livros da Bíblia. Vários momentos do encontro foram marcados pela discussão de pontos específicos referentes aos Pequenos Grupos. Os grupos de discussão em dados momentos eram formados por representantes de cada região da UCoB, ou por grupos mistos, com líderes de diferentes departamentos e localidades. “É muito importante dar atenção à opinião de cada um, assim podemos construir uma estratégia mais forte e contextualizada”, explicou o pastor geral da Igreja Adventista na região Centro-Oeste do Brasil, Helder Silva. Dessa forma criou-se um ambiente favorável a participação de todos, independente de origem ou função. A partir do discurso final, que costurou várias opiniões, foram definidas as diretrizes para o ano de 2010. Com destaque para os Pequenos Grupos, assunto que tomou a maior parte de tempo dos debates. Caminhando para uma visão mais sólida e unificada, priorizando o trabalho realizado diretamente nas igrejas e o envolvimento pessoal dos pastores, os Pequenos Grupos já ocupam lugar de primazia na UCoB, e assim será aplicada também à realidade do Planalto Central.


27/04/2010 - 08:04:27 - Luiz Claúdio Campos

OS ADVENTISTAS E A POLÍTICA



            Notícias sobre crises políticas e corrupções governamentais acabam polarizando a opinião pública dos países afetados. É curioso ver, de um lado, políticos questionáveis se fazendo de vítimas para continuar recebendo o apoio popular e, do outro lado, oposicionistas que aproveitando a situação para se autoproclamarem os únicos salvadores da pátria. A o mesmo tempo em que vários políticos tradicionais vão perdendo a credibilidade, algumas denominações evangélicas tem-se mobilizado politicamente, a ponte de montarem sua próprias bancadas em câmaras de vereadores, nas assembléias legislativas na Câmara dos Deputados e mesmo no Senado Federal, sob o pretexto de que os políticos evangélicos são mais honestos e confiáveis. A crescente militância política evangélica tem suscitado algumas indagações importantes entre os próprios adventistas: 1ª) Deveriam os adventistas continuar politicamen¬te passivos ou assumir uma postu¬ra mais agressiva diante das crises governamentais? 2ª)Como a Igreja Adventista do Sétimo Dia encara a candidatura de alguns de seus membros a cargos políticos através de eleições públicas? 3ª) Que critérios devem ser usados na escolha dos candidatos em quem votar? No capítulo "Nossa Atitude Quanto à Política” do livro Obreiros Evangélicos, págs. 391-396 (ver também Fundamentos da Educa¬ção Cristã, págs. 475-484), podem ser encontradas importantes orientações sobre o não envolvi¬mento de obreiros denominacio¬nais em questões políticas. Já o pre¬sente artigo menciona alguns con¬ceitos básicos sobre a posição dos adventistas como cidadãos, candi¬datos e eleitores políticos. Organização apolítica Exis¬tem pelo menos três princípios fundamentais que regem a posição da Igreja Adventista do Sétimo Dia sobre a política. Um deles é o prin¬cípio da separação entre Igreja e Estado, levando cada uma dessas entidades a cumprir suas respecti¬vas funções sem interferir nos ne¬gócios da outra. A Igreja crê que só poderá preservar esse princípio por meio de uma postura denomi-nacional apolítica, não se posicio¬nando nem a favor e nem contra quaisquer regimes ou partidos po¬líticos. Essa postura deve caracteri¬zar, não apenas a organização ad¬ventista em todos os seus níveis, mas também todas as instituições por ela mantidas, todas as congre¬gações adventistas locais, bem como todos os obreiros assalaria¬dos pela organização. A Igreja encontra nos ensinos de Cristo e dos apóstolos base sufi¬ciente para evitar qualquer mili¬tância política institucional. O cris¬tianismo apostólico cumpria sua missão evangélica sob as estruturas opressoras do Império Romano sem se voltar contra elas. O pró¬prio Cristo afirmou que o Seu rei¬no "não é deste mundo" e que, por conseguinte, os Seus "ministros" não empunham bandeiras políti¬cas (João 18:36). Qualquer com¬promisso político ou partidário por parte da denominação dificultaria a pregação do "evangelho eterno" a todos os seres humanos indistinta-mente (Mat. 24:14; Apoc. 14:6). Outro princípio fundamental é que o nível de justiça social de um país é diretamente proporcional ao nível de justiça individual de cada um dos seus cidadãos, e que esta justiça individual, por sua vez, deri¬va do interior da própria pessoa. Reconhecendo as dimensões so-ciais do pecado, a Igreja apóia e mesmo participa de projetos so¬ciais e educacionais que benefi-ciam a vida comunitária sem con¬flitarem com os princípios bíblicos. Muitos desses projetos são levados a efeito em nome da ADRA - Agên¬cia de Desenvolvimento e Recur¬sos Assistenciais. No entanto, a Igreja não participa de quaisquer greves e passeatas de índole políti¬ca e partidária que acabariam com prometendo sua postura apolítica. A validade de uma perspectiva que parta do interior para o exte¬rior do ser humano é destacada por Cristo ao afirmar que "de dentro, do coração dos homens, é que proce¬dem os maus desígnios, a prostitui¬ção, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura" (Mar. 7:21, 22). Conseqüentemente, a solução cabal para esses problemas não está na mera formulação de novas leis ou no ativismo revolucionário, e sim, na conversão interior do ser humano. Nas palavras de Cristo, "limpa primeiro o interior do copo, para que também o seu exterior fi¬que limpo!" Mat. 23:26. Um terceiro princípio funda¬mental é que cada cristão adventista possui uma dupla cidadania ele é, acima de tudo, cidadão do reino de Deus e, em segundo plano, cidadão do país em que nasceu ou do qual obteve a cidadania. Conseqüente¬mente, deve exercer sua cidadania terrestre com base nos princípios cristãos de respeito ao próximo. Mesmo desaprovando situações de injustiça e exploração social, a Igreja Adventista do Sétimo Dia procura se relacionar respeitosamente com o governo civil e os partidos políticos de cada país em que exerce suas ati-vidades, sem com isso comprometer os princípios bíblicos. Que o cristianismo não isenta os cristãos dos seus deveres civis é evidente na ordem de Cristo: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.” Mar. 12: 17. O Novo Testamento apresenta várias orien¬tações a respeito do dever cristão de honrar os governos civis como instituídos por Deus (ver Rom. 13:1-7; Tito 3:1 e 2; I Pedro 2:13¬17). Somente quando tais governos obrigam seus súditos a transgredi¬rem as leis divinas é que o cristão deve assumir a postura de que "an¬tes, importa obedecer a Deus do que aos homens”: Atos 5:29. Candidatos adventistas En¬tre os direitos do cristão adventista no exercício de sua cidadania, está o de ocupar cargos políticos. O An¬tigo Testamento menciona vários membros do povo de Deus que exerceram funções de grande pro¬jeção no governo de importantes nações pagãs da época. Por exem¬plo, José foi por muitos anos pri¬meiro-ministro do Egito, a mais importante nação da época (Gên. 41:38-45). Colocado por Deus so¬bre o trono daquele país (Gên. 45:7, 8), José se manteve "puro e imacu¬lado na corte do rei"; e foi "um re¬presentante de Cristo" aos egípcios (Medicina e Salvação, pág. 36; Pa¬triarcas e Profetas, págs. 368-369). Daniel exerceu importantes cargos governamentais em Babilônia sob o reinado de Nabucodonosor, Bel¬sazar, Dario e Ciro (Dan. 2:48, 49; 5:11, 12,29; 6:1-3, 28; 8:27). Com um apego incondicional aos prin¬cípios divinos, Daniel e seus com¬panheiros foram embaixadores do verdadeiro Deus na corte desses reis (ver Dan. caps. 1, 3 e 6). A postura de José e Daniel nas cortes pagãs do Egito e de Babilônia, respectivamente, corrobora o fato de que é possível ser cristão sob governos não comprometidos com a religião bíblica. Mas o apri¬sionamento de José (Gên. 39:7-23), o teste alimentar de Daniel e seus três companheiros (Dan. 1), a pas¬sagem desses três companheiros na fornalha de fogo (Dan. 3) e a expe¬riência de Daniel na cova dos leões (Dan. 6) comprovam que há um preço elevado a ser pago por aque¬les que ocupam cargos públicos em ambientes hostis à verdadeira reli¬gião. O exemplo do rei Salomão deixa claro que boas intenções ini¬ciais (II Crôn. 1:1-13) podem ser corrompidas pela influência de ambientes vulgares (I Reis 11:1-15). Já a atitude do rei Ezequias para com a embaixada de Babilônia comprova que governantes temen¬tes a Deus correm o risco de se or-gulharem de suas próprias conse¬cuções (II Reis 20:12-19). É interessante notarmos que José e Daniel foram nomeados para suas funções públicas pelos pró¬prios monarcas da época. Mas hoje, na maioria das democracias modernas, as pessoas precisam se candidatar e concorrer a tais fun¬ções em um processo bem mais competitivo. O fato de existirem políticos corruptos não significa que todo político seja corrupto. Embora a Igreja Adventista do Sé¬timo Dia, normalmente, não enco¬raje e nem desestimule a candida¬tura política dos seus membros, ela também reconhece que a socieda¬de contemporânea tem sido bene¬ficiada pelo bom exemplo de al¬guns políticos adventistas que con¬correm honestamente a determi¬nados cargos públicos e os exercem dignamente, sem comprometerem com isso os princípios bíblicos. A influência positiva de políticos ad¬ventistas tem sido decisiva, em vá¬rios países, para o estabelecimento de legislações que facilitem a ob¬servância do sábado. A Igreja espera que os adventis¬tas que se candidatam a cargos po¬líticos elegíveis sejam honestos em sua campanha e, se eleitos, tam¬bém no exercício de suas funções políticas. Cada candidato deve conduzir o seu processo eleitoral-¬político (1) sem assumir posturas ideológicas e partidárias contrárias aos princípios cristãos; (2) sem se valer de recursos financeiros ina¬propriados; (3) sem prometer o que não possa cumprir; (4) sem de¬negrir a reputação de outros candi¬datos igualmente honestos; (5) sem se envolver com coligações não condizentes com a fé cristã-adven¬tista; (6) sem jamais comprometer a observância do sábado em suas campanhas; e (7) sem minimizar seu compromisso pessoal com o estilo de vida adventista em coque¬téis e confraternizações sociais. Conheço igrejas locais que en¬frentaram sérias desavenças inter¬nas pelo fato de alguns dos seus membros se candidatarem a verea¬dores por partidos rivais. É certo que os membros da igreja têm o di¬reito, como cidadãos, de se candi¬datarem e concorrerem a cargos elegíveis, bem como de procura¬rem convencer outros a neles vota¬rem. Mas nenhuma programação oficial de qualquer congregação ad¬ventista deve ser usada como plata¬forma política que comprometa a postura apolítica da denominação . Candidatos adventistas que usam eventualmente o púlpito devem pregar o evangelho, sem jamais fa¬lar sobre política. Deus poderá abençoar ricamente os candidatos que exercerem honestamente sua cidadania, respeitando a posição apolítica da igreja e de seus obrei¬ros, e promoverem a cordialidade e a unidade de nossas congregações. Eleitores adventistas Os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia devem reconhecer ser seu dever individual escolher cons¬cientemente em quem votar. O princípio básico é sempre votar em candidatos cuja ideologia, crenças, estilo de vida e propostas políticas estejam mais próximos dos princí¬pios adventistas . Entre os princí¬pios mais importantes estão: (1) liber¬dade religiosa, (2) separação entre Igreja e Estado, (3) observância do sá¬bado, (4) conduta moral, (5) temperança cristã, (6) apoio ao sistema educacio¬nal privado mantido pela Igreja, e a (6) tentativa de melhorar a qualidade de vida das classes moral e econo¬micamente desfavorecidas. A posi¬ção da Igreja Adventista do Sétimo Dia sobre algumas dessas questões é enunciada no livro Declarações da Igreja (Tatuí, SP: CPB, 2003). Ellen White adverte contra votar em candidatos sem compromisso com a liberdade religiosa: "Não po¬demos, com segurança, votar por partidos políticos; pois não sabe¬mos em quem votamos. Não pode¬mos, com segurança, tomar parte em nenhum plano político. Não podemos trabalhar para agradar a homens que irão empregar sua in¬fluência para reprimir a liberdade religiosa, e pôr em execução medi¬das opressivas para levar ou com¬pelir seus semelhantes a observar o domingo como sábado. O primeiro dia da semana não é um dia para ser reverenciado. É um falso sábado, e os membros da família do Senhor não podem ter parte com os ho¬mens que o exaltam, e violam a lei de Deus, pisando Seu sábado. O povo de Deus não deve votar para colocar tais homens em cargos ofi¬ciais; pois assim fazendo, são parti¬cipantes nos pecados que eles co¬metem enquanto investidos desses cargos:' - Fundamentos da Educa¬ção Cristã, pág. 475. Um dos maiores problemas na escolha de candidatos é a teoria de que "os fins justificam os meios": Se determinado candidato, mesmo sem compromisso com os princí¬pios acima mencionados, promete beneficiar financeira ou politica¬mente a Igreja, alguns líderes jul¬gam pertinente apoiar tal candida¬to em troca desses favores. Mas esse tipo de barganha política ja-mais deveria ser tolerado nos meios adventistas. Acima de quais¬quer benefícios coletivos ou indivi¬duais, deve estar o compromisso com os princípios adventistas. Outro aspecto de especial inte¬resse para os eleitores adventistas é a votação ou não em candidatos adventistas. Alguns crêem equi¬vocadamente que, votando em candidatos adventistas, estariam ao mesmo tempo promovendo a liberdade religiosa e postergando os eventos finais. Mas é dever de todo o cristão-adventista exercer sua influência em favor da liberda¬de religiosa (Mensagens Escolhi¬das, vol. 2, pág. 375; Testemunhos para Ministros, págs. 200-203), contribuir positivamente para a fi¬nalização da pregação do evange¬lho (Mat. 24:14; 28:18-20), e dei¬xar os eventos finais por conta de Deus (Atos 1:6-8). Como membros do corpo de Cristo (I Cor. 12:12-31), deveríamos acabar com a falsa teoria de que "adventista não deve votar em adventista": Essa teoria só é aplicá¬vel a candidatos que não vivem uma vida condizente com os prin¬cípios adventistas ou cuja candida¬tura visa apenas a obter benefícios pessoais, sem uma proposta políti¬ca adequada. Mas, por outro lado, se os candidatos adventistas são os que mais próximo se encontram dos princípios que sustentamos e se eles possuem boa proposta polí¬tica, então, não existe qualquer jus¬tificativa plausível para se descar¬tar tais candidatos simplesmente por serem adventistas. Deveria ser considerada tam¬bém a questão das eleições no sá¬bado em países onde a votação é obrigatória. Este assunto foi trata¬do por Mário Veloso em seu artigo "Os adventistas e a eleição no sába¬do"; Revista Adventista (Brasil), ju¬lho de 1986, págs. 19-20. Embora a Igreja Adventista do Sétimo Dia não discipline os membros que, por iniciativa pessoal, votem du¬rante as horas do sábado, a reco¬mendação é que isso seja evitado. O referido artigo foi escrito como um apelo aos políticos brasileiros para que houvesse um "prolonga¬mento das horas para o exercício do voto, de tal maneira que os ad¬ventistas possam votar depois do pór-do-sol do sábado": A declara¬ção de que Ellen White votaria até mesmo "no sábado" diz respeito à causa da temperança, ou seja, à lei seca de proibição da venda de bebi¬das alcoólicas, em Des Moines, Iowa, em 1881 (ver Arthur L. Whi¬te, Ellen G. White, vol. 3, págs. 158-¬161). Mas essa declaração não pro¬vê qualquer endosso a votação po¬lítica em dia de sábado. Conclusão A Igreja Adventista do Sétimo Dia sempre manteve uma posição oficial apolítica de não se posicionar a favor ou contra qualquer regime ou partido políti¬co. Essa posição é mantida em to-dos os níveis organizacionais e ins¬titucionais da denominação, inclu¬sive em suas congregações locais. Os obreiros assalariados pela de¬nominação devem manter a mes¬ma postura. Conseqüentemente, nenhum púlpito adventista e ne¬nhuma reunião promovida oficial¬mente pela denominação jamais deveria desfraldar qualquer ban¬deira política. Ele é um lugar onde o evangelho eterno deve ser pro¬clamado com o propósito de con¬duzir à salvação em Cristo pessoas de todas as etnias e de todos os partidos políticos, sem preferên¬cias e discriminações. Por contraste, a Igreja faculta aos seus membros o direito indivi¬dual de exercer sua cidadania, in¬clusive a de se candidatar a cargos políticos e de exercê-los dignamen¬te. Tanto no processo eleitoral como no exercício da função, espe¬ra-se que cada adventista engajado em tais atividades mantenha uma postura digna de verdadeiro cris¬tão adventista. Todos os políticos adventistas deveriam considerar a José e Daniel como seus modelos políticos. Deveriam sentir ser seu dever zelar pessoal e publicamente pela liberdade religiosa e pelos princípios cristãos em um mundo carente dos valores absolutos da verdadeira religião bíblica. Todos os membros da igreja de¬veriam votar conscientemente nos candidatos que melhor refletem os ideais adventistas. A escolha dos candidatos não deveria ser tanto por partido político, mas pela ideologia e os valores pessoais de cada um. Candidatos adventistas não deveriam ser discriminados simplesmente por serem adventis¬tas, exceto se não demonstram uma conduta digna ou não pos¬suam um plano de governo ade¬quado. O voto de cada adventista deveria ser um testemunho autên¬tico a favor da liberdade religiosa que facilite o cumprimento da missão adventista nestes dias finais da história humana. Pr. Alberto Ronald Timm, Ph.D, é professor de Teologia Histórica do Unasp Campus Engenheiro Coelho e diretor do Centro de Pesquisas Ellen G. White. Pr. Alberto Ronald Timm


10/03/2010 - 19:15:18 - Luiz Claúdio Campos

Reunião DFdigital Samambaia,



            Chefe de Gabinete da ADM Samambaia Valder Souza, Assessor Sect Luiz, Dir. creche Maria de Nazare Dona Sonia.


20/10/2009 - 12:30:05 - Luiz Claúdio Campos

Dia das Crianças



            Criançada com Bolo e Festa pelo seu dia.


20/10/2009 - 12:18:35 - Luiz Claúdio Campos

Dia das Crianças



            O Presidente da Associação da QD 404 Samambaia Luiz e o Dep. Izalci Lucas promoveram o evento para as Crianças.


20/10/2009 - 12:10:52 - Luiz Claúdio Campos

Luiz, Palestra com os Moradores da Quadra.



            Luiz fala sobre a importância de a comunidade participar dos Eventos da Quadra, União entre Vizinhos, Família e Religião


20/10/2009 - 11:19:34 - Luiz Claúdio Campos

Reunião DF digital Samambaia.



            Vice prefeito de S.Antonio Expedito Rocha, Sec de indústria e Comércio Rosemary,assessor da Sec. de Estado de Ciência e tecnologia do DF Luiz .


20/10/2009 - 09:50:02 - Luiz Claúdio Campos

Torneio de futsal Luiz e Cássio



            Luiz assessor do Dep. Izalci Lucas apóia a Escola de Futebol de Samambaia da QD 404 /406 Juntamente com o prof. Cássio.


20/10/2009 - 09:19:51 - Luiz Claúdio Campos

Telecentro para creche Maria de Nazaré



            Informamos que o Senhor Agenildo Neri,coordenador DF digital de Samambaia,jutamente com o nosso Prefeito da quadra 404,Sr Luiz S campos,que eatá envolvido em assuntos de interesses da Associaçao Maria de Nazaré e da cominidade da quadra 404.


08/06/2009 - 21:05:12 - Luiz Claúdio Campos

Homenagem Especial.



            Pelos serviços prestado á sua comunidade e em comemoraçao ao "Dia Nacional do lider comunitario". luiz claudio


08/06/2009 - 18:24:49 - Luiz Claúdio Campos

Viaduto .



            Mais um viaduto será construído em Brasília. O governador José Roberto Arruda lançou ontem a obra que dará início ao projeto de construção que beneficiará os moradores de Taguatinga, Ceilândia e Samambaia que trafegam no cruzamento da QNL (Avenida Elmo Serejo, em frente a QNL 1). Orçado em aproximadamente R$ 17 milhões, o viaduto irá desafogar o trânsito na via por onde passam cerca de 130 mil motoristas por dia. Para o governador, a construção facilitará a vida de quem trafega pelo local. "Será um sistema inteligente com o objetivo de desafogar o trânsito principalmente em horários de pico. O viaduto terá resultados positivos", garantiu.


01/06/2009 - 07:55:49 - Luiz Claúdio Campos

Time Da Quadra 404 Samambaia norte DF



            veteranos.


19/05/2009 - 07:41:22 - Luiz Claúdio Campos

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"Luiz Cláudio Campos, cursou Licenciatura em História, atua no desenvolvimento da nossa cidade de forma dinamica, procurando integrar a sociedade. Reside há 40 anos em Brasília. Atualmente é Líder Comunitário na cidade de Samambaia, onde mora há 15 anos, e é servidor do GDF."


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